
“Ataques digitais de grande porte, que afetaram o STJ (Superior Tribunal de Justiça), o Ministério da Saúde e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), levantaram dúvidas sobre a situação atual da cibersegurança brasileira. Legislação ineficiente, tamanho da população e falta de educação digital são alguns dos desafios para que o país suba nesta lista, de acordo com especialistas ouvidos por Tilt.
No levantamento de 2019 da ITU (União Internacional de Telecomunicações, na sigla em inglês), o país está na 70ª colocação. Nas Américas, tem a sexta colocação, atrás do Paraguai.
O índice da ITU analisa o comprometimento com segurança cibernética dos países. Leva em conta critérios como a legislação para cibercrimes, mecanismos antiataques e até mesmo sistemas de proteção online para crianças. Os três primeiros colocados do ranking são Reino Unido, Estados Unidos e França, respectivamente.”
Leia a reportagem do canal TILT, do UOL com a participação de Marcelo Chiavassa, um dos sócios da área de Direito Digital da Morais Andrade.